Mostrando postagens com marcador Caio F. Abreu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Caio F. Abreu. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

"Acalma esse coração pequena, que desespero nunca resolveu problema."
(Caio F. Abreu)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

"Eu fico completamente baratinado quando começam a me perguntar o que vai ser, o que vai acontecer com tal coisa. Sei lá, eu não sei onde é que eu vou estar amanhã. Eu sei o quê que eu tô fazendo hoje, agora, o resto não interessa."

(Caio Fernando Abreu)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

"A gente finge que arruma o guarda-roupa, arruma o quarto, arruma a bagunça. Tira aquele tanto de coisa que não serve, porque ocupar espaço com coisas velhas não dá. As coisas novas querem entrar, tanta coisa bonita nas lojas por aí. Mas a gente nunca tira tudo. Sempre as esconde aqui, esconde ali, finge para si mesmo que ainda serve. A gente sabe. Que tá curto, pequeno, apertado. É que a gente queria tanto. Tanto. Acredito que arrumar a bagunça da vida é como arrumar a bagunça do quarto. Tirar tudo, rever roupas e sapatos, experimentar e ver o que ainda serve, jogar fora algumas coisas, outras separar para doação. Isso pode servir melhor para outra pessoa. Hora de deixar ir. Alguém precisa mais do que você. Se livrar. Deixar pra trás. Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perda de espaço, tempo, paciência e sentimento. Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça."

(Caio F. Abreu)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

“E tem gente maravilhosa que, de repente, vai ficando longe, difícil de ver – e aí dança. Mas também acho que aquilo que é bom, e de verdade, e forte, e importante – coisa ou pessoa – na sua vida, isso não se perde. E aí lembro de Guimarães Rosa, quando dizia que “o que tem de ser, tem muita força”. A gente não tem é que se assustar com as distâncias e os afastamentos que pintam.” 

(Caio F.)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

"Para mim, atualmente, companheirismoe lealdade são meio sinônimos de felicidade. Meus amigos são muito fortes e muito profundos, são amigos de fé, para quem eu posso telefonar às cinco da manhã e dizer: olha, estou querendo me matar, o que eu faço? Eles me dão liberdade para isso, não tenho relações rápidas, quer dizer, tenho porque todo mundo tem, mas procuro sempre aprofundar. E isso é felicidade, você poder contar com os outros, se sentir cuidado, protegido. Dei esse exemplo meio barra pesada de me matar? Esquece, posso ligar para ver o nascer do sol"

(Caio Fernando Abreu)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

"Porque talvez esse seja o único remédio quando ameaça doer demais:
Invente uma boa abobrinha e ria, feito louco, feito idiota.
Ria até que o que parece trágico perca o sentido e fique tão ridículo que só
sobra mesmo a vontade de dar uma boa gargalhada."

(Caio Fernando Abreu)

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"Mas que seja bom o que vier, para você, para mim."

(Caio Fernando Abreu)

Amores, perdão por essa ausência! Que 2011 seja lindo e doce pra todos! =)

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

"Não espero nenhum olhar, não espero nenhum gesto, não espero nenhuma cantiga de ninar. Por isso estou vivo. Pela minha absoluta desesperança, meu coração bate ainda mais forte.Quando não se tem mais nada a perder, só se tem a ganhar. "


(Caio F. Abreu)

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

"Ela é uma moça de poses delicadas, sorrisos discretos e olhar misterioso. Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista.  Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna"


( Caio F. Abreu )